quinta-feira, 19 de maio de 2016

Os Preto-velhos Os Pretos Velhos são os espíritos dos nossos irmãos africanos trazidos ao Brasil na época da colonização, período em que a raça negra foi escravizada pelo colonizador português em nosso Pais. Os negros foram ainda escravizados por outras nações em outras partes do mundo, como exemplo; os Espanhóis que também os escravizaram na colonização da América Central e os Ingleses que os escravizaram na época da colonização da América do Norte. Com nossos irmãos africanos aprendemos lições (muito difíceis de praticar) de perdão sem limites e amor ao próximo, de forma, que nenhuma outra entidade com a qual tivemos contato conseguiu transmitir. Na Umbanda apresentam-se como espíritos muito simples e extremamente bondosos, são sempre muito pacientes em tudo o que fazem e ensinam. Normalmente desencarnaram em idades avançadas, por esse motivo apresentam-se nos templos, arqueando o corpo do médium, transmitindo a impressão de alguém com muita idade. No desenvolvimento de seus trabalhos que são sempre muito sérios, ouvem mazelas e sofrimentos de toda espécie, transformando o desenvolvimento de seus trabalhos em verdadeiras sessões de psicanálise, ocasião em que sempre trazem o conforto e a paz de espírito a todos que os procuram. Trabalham sentados em banquinhos ou em pé, usam cachimbos, charutos ou cigarros de palha em suas defumações. Quando encarnados nas senzalas eram praticantes e grandes conhecedores dos processos da velha magia africana, inclusive a negativa. Hoje utilizam esses conhecimentos para desmanchar feitiços e macumbas tenebrosas. Chegaram ao Brasil acorrentados em navios conhecidos como negreiros ou tumbeiros. A falta de higiene, os maus tratos e as doenças faziam com que muitos morressem durante a viagem, daí o nome tumbeiro também usado para navio negreiro. Quando chegavam ao Brasil eram vendidos como animais em leilões públicos e em seguida espalhados pelo Brasil. Aqueles que os compravam, procuravam fazê-lo em lotes de diferentes nacionalidades, costumes e idiomas, com o objetivo de dificultar a confraternização e as fugas. Espalhados pelo Brasil, fundaram em conjunto ou não com os nossos índios vários cultos, dando origem ao Candomblé na Bahia, ao Catimbó no nordeste, O Xangô em Pernambuco e o Batuque no Rio Grande do Sul e outros cultos menores e muito raros como o Omolocô e o Tambor de Minas. Na Umbanda essas nações formaram a conhecida linha dos Pretos Velhos, por espíritos desencarnados na época da escravidão. Seus trabalhos sempre muito simples atingem psicologicamente os adeptos da religião, ocasião em que seus consulentes descarregam mágoas, aborrecimentos, dores, neuroses, conflitos, etc. São grandes conselheiros, são espíritos missionários, depuraram-se no cativeiro, presos aos grilhões e sob a tortura e o peso da chibata. Perdoaram aqueles que os escravizaram, resgataram suas dividas kármicas e hoje nos ensinam a ter fé em Deus, praticar os ensinamentos do Evangelho de Jesus e a ter confiança no futuro. Nem todos os negros escravos são hoje Pretos Velhos, aqueles que se apresentam nos terreiros de Umbanda nessa condição, são somente aqueles que conseguiram perdoar a dor da chibata, as humilhações morais e todas as demais dores e afrontas impostas e praticadas pelo branco colonizador.
INTOLERÂNCIA ...COMO COMEÇA DE ONDE VEM ??? Quando eu vejo meia duzia de pessoas brigando por uma tal igualdade religiosa lavando escadarias fazendo protesto vestidos de africanos etc e tal , dai fico pensando !!! há muitos anos atrás realmente o candomblé era perseguido existia naquela altura a tal falada hoje em dia Intolerânçia religiosa. como começa a intolerância ?, Á Intolerância começa por maus sacerdotes e sacerdotizas que nen feitos em orixas foram,esquecem dos principios e do amor ao proxímo ,enganan subitrai e inventam obrigações,muitas vezes prometendo milagres que não existe. o intolerante de hoje e justamente aquele filho , aquele cliente que foi enganado anos e anos,deixando que a decepção fala-se mais alto.Falam tanto em intolerânçia religiosa hoje em dia no Brasil . Mais esquecem que se não ajustar os candombles da atualidade a regras antigas a educação antiga de nada poderá ser feito. Eu nunca ouvi dizer que uma casa de nome e raiz teria sido atacada , queimada expedreijada e desrespeitada. Uma casa de respeito de axe e diciplina não acontece tais intolerâncias. infelizmente o axé de hoje em dia é a famosa cerveja é as drogas e as orgias. Em palavras certas a putaria é a luxuria regrada de muita ostentação . Os orixás se quer leva os fundamentos nescessário pois as feituras do candomble atual diz que o filho pode ser feito em 72 horas que o candomble antigo e coisa de doido e o inportante e ostentar e mostrar luxo aos convidados.Dai fazem tantas merdas inicia tanto orixa que nen se quer existe folhas e no final de tudo somente os iniciados que estaram (FUDIDOS) muitos saem com cartões estourados 2 ou 3 emprestimos bancarios e no final só a decepção. Dai quando a revolta fica grande os mesmo iniciados procuram uma saida para seus problemas que por hora já são grandes demais. É não vêen saída a não ser ter que procurar uma universal da vida...É aonde a tal intolerânçia acontece E aonde os problemas nos axés começam a perseguição e a revolta ja faz parte da casa. Pois filho de santo só da lucro se bancar a luxuria da casa filhos sem pataca okossi euro real dolar nessa altura não são atendidos pois não tem aonde bancar as cachaçaiadas as drogas e a putaria. Então senhores(as) não venha me pedir pra lutar uma guerra pela qual não faço parte.Em minha casa ogam não cheira pó nen muito menos bebem bebidas alcolicas pra tocar para os orixas ,Em minha casa não existe roupas africanizadas em salão pois o candomblé é Brasileiro e devemos dar valor ao que temos aqui no Brasil, Em minha casa ekedi não samba de salto alto a frente de qualquer orixá , vodum ou inkisse virados, Elas mais do que ninguém devem ter a decência de que o candomblé não e um pagode e sim um local para cultos aos orixas , As anaguas baianas e sandalia de arrastar são excencial. maquiagem pesadas roupinha curta ou paninho amarrado a cintura de jeito nenhum pois casa de candomblé não e uma casa de mulheres de vida facíl .Aonde se vai para se fazer exposição de sua pessoa e arrumar namorados como acontece na atualidade. É por ai se vai. A Intolerânçia Religiosa começa por ai..Se eu fosse falar o que acontece hoje em dia no candomblé atual ,seria uma coisa vergonhosa DAS ATROCIDADES COMETIDAS POR LOUCOS(AS). É minha opinião !!! . Se não começarem a mudar a educação dentro dos barracões de Raizes africanas Brasileiras nós vamos chegar a um ponto de falência total na religião afro Brasileira sem respeito sem fé e sem adeptos .É para exclusivamente aqueles que fazem do culto PUTEIRO é que adoram levar os seus filhos clientes para a cama.se passando por pomba gira muitas das vezes transmitindo o virus HIV a terceiros e filhos de santo...Cuidado a sua casa poderá ser a próxima nas estatisticas da intolerância religiosa.muito obrigado !!!!
Ikú é um Orixá Ikú, a Morte é um Orixá, designado por Olodumare para uma função derradeira. Existem e são raríssimas, pessoas de Ikú que, evidentemente, não são iniciadas, cumprem normalmente seu destino e tem funções específicas num Ilê Axé. Oyekú Mejí é primeiro caminho à terra, quando o Odú Oyekú Mejí chegou à Terra, a morte ainda não existia. Orixá Ikú (morte) nasce nesse caminho para cumprir sua função na Terra, Opirá. (FIM). Oyekú Meji representa essencialmente a Morte, a profunda escuridão, representa também o lado esquerdo, o este e o princípio feminino. Ikú vem buscar a pessoa no dia derradeiro e esteja nas condições que estiver, para levá-la de volta ao interior da terra, ao ventre de Nanã. Ikú cumpre rigorosamente sua função e somente aqueles que conhecem os omo-odús de Oyekú Mejí, poderá conversar com a morte, e por um breve tempo. Somente através do Imolê Exú e num determinado Odú é e que se faz oferendas a Ikú, estabelecendo pactos e acordos com Ikú para adiar e afastar a morte, aliado aos bons ebós. Pai Agenor dizia que: a troca pela vida, através de oferendas, é o ponto central do culto aos Orixás, a vida, nada mais é, que a mais valiosa de todas as trocas e também a mais cara. As trocas não são eternas, chegará o dia que Ikú terá que cumprir sua função e ainda exigirá oferendas, para garantir que só levará apenas um. Há casos famosos de zeladores que depois de mortos, Ikú voltou algumas vezes para cobrar sua oferenda e não encontrando levava seus filhos, acabando muitas vezes, com a casa de candomblé. Com Ikú não se brinca, quando Ikú chega o nosso Orixá não está mais conosco, sabe que já cumpriu sua função e somente Orí acompanha a pessoa até o fim. Axé.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

https://www.youtube.com/watch?v=1IDTwwivnEo

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

IROKO QUANDO FALAMOS DE IROKO, DEVEMOS LEMBRAR QUE O ÒRÌSÀ IROKO NÃO É UMA QUALIDADE DE SÀNGÓ COMO MUITOS COSTUMAM DIZER POR AÍ. IROKO É UM ÒRÌSÀ FITOMORFO YORUBA, QUE NA ÁFRICA SEU OJUBÓ É EM UMA ÁRVORE, DENOMINADA ÌROKÒ (NÃO CONFUNDIR COM O NOME DA DIVINDADE) teca africana ou maogani (chlorophora excelsa-morácea). JÁ NO BRASIL SUA ÁRVORE SAGRADA E TAMBÉM ASSENTAMENTO, FOI SUBSTITUÍDA PELA GAMELEIRA BRANCA (FÍCUS DOLIARIAM) QUE É CONSIDERADA ÁRVORE SAGRADA DESSE ÒRÌSÀ (NO BRASIL). ORIGINARIAMENTE ELE É UMA DIVINDADE JEJE ADOTADO PELOS YORUBÁ ASSIM COMO, BESEYN, AZAÚANI, NÀNÁ ENTRE OUTROS QUE TEM CULTO NO CANDOMBLÉ DE RITUAL KETU-ÈGBÁ E NÀGÓ-VODUN, SENDO ASSIM FALA-SE DESDE OS TEMPOS MAIS REMOTOS QUE ELE É DA FAMÍLIA DE OMOLU, POR SER DO MESMO TERRITÓRIO, O DAHOMEY, seu culto outrora, era feito em uma aldeia chamada Djá Popo, entre os jeje é chamado de Loko e Lokozun. SEU CULTO É MUITO POUCO DIFUNDIDO, POIS, NOS DIAS DE HOJE QUASE QUE IMPOSSÍVEL INICIAR ALGUMA PESSOA NO CULTO A IROKO. MAS AS FAMÍLIAS TRADICIONAIS DE CANDOMBLÉ AINDA MANTÊM SEU CULTO ASSIM COMO SEUS OJUBÓ. O dia consagrado a esse òrìsà é a terça-feira, seus filhos antigamente usavam contas brancas rajadas de cinza com firmas de madeiras tiradas da própria árvore sagrada e também o LAGDIBÁ, suas insígnias são uma bengala de marfim e um espanador de palha da costa trabalhado com miçangas e búzios. É RARO SEUS INICIADOS INCORPORAREM, POIS ESSE ÒRÌSÀ É MUITO VIOLENTO E É DIFÍCIL DE ACALMAR A SUA CÓLERA, ASSIM COMO DADÁ ELE RARAMENTE DESCE EM ALGUM DE SEUS INICIADOS. Iroko é o òrìsà antigo, cultuado no Brasil na gameleira branca (em São Paulo num Ilè há um Iroko assentado ha muitos anos plantado). IROKO É A ARVORE PODEROSA ONDE SE DEPOSITAM OFERENDAS, ARVORE ONDE SEUS GALHOS ALCANÇAM O ORUN, E ONDE REPOUSA O OLOFIN. É ARVORE PARTÍCIPE DO CULTO ÀS GRANDES ARVORES (APAOKÁ, AKOKO ENTRE OUTRAS). É o Òrìsà que governa as grandes arvores, os espaço aberto, e o tempo. Corresponde ao Loko entre os jejes, onde no culto vodun ocupa lugar destacado comparado apenas à Lissá ,e Dan, corresponde também à Tempo entre os Bantos (nação angola). IROKO É UM ORIXÁ ADAPTADO AO CULTO YORUBÁ. SUA ORIGEM É FON (JEJE) ONDE É CONHECIDO COMO LOKO, VODUN DE ALTÍSSIMA HIERARQUIA, FILHO DE NANÃ E IRMÃO DE SAKPATÁ E DE DANGBAGDA HUEDO. Iroko é cultuado na árvore do mesmo nome o que não implica num culto filolátrico como possa parecer aos menos atentos. A questão de não se fazer mais este orixá no Brasil está diretamente ligada ao fato de seus fundamentos terem se perdido de tal forma que hoje chega a ser relacionado como uma "qualidade" de Sòngó.